Sobre o ato de dar e pedir o contacto a alguém

auto-confiança
atenção
segurança

#1

Acabei de perceber a importância que pode ser “pedir o contacto” a outra pessoa, “só porque sim” e sem “medo” de ser julgado por isso. É que, por exemplo, às vezes queremos fazer coisas e essas pessoas podem ajudar-nos a alcançá-las…

E dar o nosso contacto, mostrando-nos disponíveis, pode também ser útil para a eventualidade de alguém um dia precisar dos nossos serviços. E serviço pode ser pago ou não pago, consoante a necessidade para tal, de quem dá e de quem recebe.

E serviço pode ser simplesmente conversar, num espaço público ou privado, no café mais próximo, no centro comercial, ou em casa.
Serviço pode ser partilha.

Tudo isto com a devida atenção, auto-confiança e em segurança.

E para desenvolver tal, há muitas formas…

Para a auto-confiança (e também atenção), apresento várias possibilidades

  • cursos de sobrevivência (existem iniciativas tipo “bootcamp”, que conheci através do meu primo Afonso ou o Kuru-hari do Luís, ligado aos escoteiros AEP e ao projeto Campo Escola Terras Altas), ou simplesmente visitar e conhecer e falar com pessoas de outros países que estejam em tais condições de vida.
  • tomar banhos no mar, procurando enfrentar as ondas…com os pés bem acentes no chão
  • praticar surf
  • praticar aikido
  • praticar dança

Para a atenção recomendo em específico:

  • meditação (ex: Vipassana, Mindfulness, Heartfulness) - (ver p.ex o programa ZorBuddha HD)
  • praticar o diálogo e a escuta ativa, Way of Council (recomendo o trabalho do João Correia nesta área), Diálogos de Bohm (recomendo o trabalho do @marco.abreu nesta área)
  • o programa do “Recreio de Liderança” desenvolvido pelo Marco de Abreu (que também pode servir, através do incentivo ao resumo de livros, em conjunto com um contexto de "comunidade)

Para fazer tudo isto “em segurança”, ajuda fazê-lo de forma acompanhada, bem como assegurar que se confia em quem conduz a prática e em nós próprios, reconhecendo que o grau de “positividade” com que a encaramos depende sempre dos “óculos” que utilizamos. (E nesta área recomendo o trabalho do Possibility Management, iniciado por Clinton Callahan).

No que refere ao dar e pedir contactos, para tratar de “segurança”